De volta para o futuro

Slides: Telefonia

Alexander Graham Bell, inventor escocês

Na edição de aniversário de 50 anos da Revista Veja, na semana de 18 de julho de 2018, possui uma reportagem que celebra a telefonia, uma revolução que mudou tudo e veio para ficar.

Alexander Graham Bell, inventor escocês, é o suposto entrevistado, como se ele ainda estivesse vivo. (A entrevista deve ser lida como se fosse em 1917, cinco anos antes de sua morte).

O inventor escocês enfrentou uma batalha judicial pela patente do telefone pelo fato do professor Elisha Gray ter depositado o pedido de registro apenas duas horas depois, o que levantou uma polêmica. Porém, em 1876, ficou claro que o aparelho de Graham Bell era superior.

Graham Bell fala sobre aparelhos usados em residências, da qual seria possível conversar uns com outros sem sair de casa. Ainda acrescenta que um dia será possível ver a pessoa com que está falando a distância.

Privatização da telefonia em 1998

  • Há meio século, uma ligação interestadual poderia levar até 24 horas para ser completada. Após a privatização do setor em 1998, que esse cenário começou a mudar. Na década de 80 cerca de 20% dos usuários que podiam pagar por um aparelho eram obrigados a esperar em uma linha porque não havia dinheiro no caixa do governo para expandir a rede.
  • Paralelamente à telefonia fixa, a rede celular, que havia aterrissado no país em 1990 começou a decolar.
  • A quebra do monopólio estatal na telefonia em 1995 foi o primeiro sinal expressivo de que o cenário iria mudar. A privatização fatiou a Telebrás em doze empresas e rendeu ao governo 22 bilhões de reais.
  • Desde a privatização, o número de linhas fixas no país passou de 19 milhões para 41,2 milhões.
  • Em 2006, com 100 milhões de celulares ativados, o Brasil já era o sexto maior mercado de celulares do mundo. Hoje está em quarto, atrás dos EUA, China e Índia.

Steve Jobs, Apple e o Iphone em 2007

Steve Jobs no lançamento do Iphone em 2007

Já em 2017, 15% dois celulares vendidos na Terra eram Apple. Mas aquele aparelhinho mágico não foi o único avanço da empresa, a Apple store fez o celular virar um canivete suíço tecnológico!

Atualmente, a cada 12 meses, 1 milhão de linhas fixas são desligadas no mundo.

A era dos smartphones trouxe consigo uma preocupação, a dependência. (Mas vi uma reportagem que falava que a nova atualização do IOS já vem com travas de tempo para uso de aplicativos e bloqueios de notificações em determinadas horas, a Apple avançando e antecipando as necessidades de novo).

Tudo no telefone e o telefone em tudo

Na era digital onze anos após o lançamento do Iphone, os aparelhos usados para fazer ligações são totens multitarefas: máquina fotográfica, filmadora, GPS, videogame, etc.

Hoje, 55% do uso dos celulares é para assistir vídeos. Com o aumento da velocidade da internet, geladeiras, óculos, roupas poderão ser conectadas. Essa é uma tendência que vem crescendo.

Existe um projeto da Universidade de Queen, no Canadá, que está sendo desenvolvido o HoloFlex, um smartphone com tela flexível, que quando curvada propicia a visualização de hologramas. Como se vê, na era da internet, o futuro dura pouco, pouco mesmo.

As mudanças dos apps móveis são o começo de uma mudança que está vindo por ai

Olhando para o mercado asiático, observamos uma tendência que promete se intensificar por aqui e em toda a América Latina: superapps que reúnem vários serviços e exploram a crescente preferência dos consumidores. Um exemplo é a WeChat da empresa Tencent, permite que se procure um serviço, contrate, pague por ele e recomende a um amigo, tudo sem sair do app.

Temos a tendência ainda dos chatbots, AI, Big Data, que são extraídas enorme volume dados. Realidade virtual e realidade aumentada, VR e AR também já são realidade por exemplo para entretenimento e até para compras. (Exemplo da IKEA em ambiente reconhecido e catálogo de móveis para inclusão e teste antes da compra).

Isso tudo é só o começo, a era do smartphone abriu portas para facilitar o dia-a-dia das pessoas.

 

 

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About Patricia Matsuda

Possui Graduação em Administração Pública pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2006). Mestrado (2010) e Doutorado (2015) pelo Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de São Carlos. Realizou o doutorado sanduíche na University of Manchester - Manchester Business School (06/2013 - 04/2014). Foi Professora Universitária das Faculdades Integradas de São Carlos pelo período de dois anos (2007 - 2009). Foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) desde 2011 até 2014. Participa do Núcleo de Estudos em Sociologia Econômica e das Finanças (NESEFI). Foi Professora da disciplina de Operações, Serviços e Sistemas Produtivos II e orientadora de TCC no curso de Administração na Faculdade Sumaré. Ainda na Faculdade Sumaré foi Professora Conteudista da disciplina de ensino à distância Aplicação e Análise de Casos desde 2014 até 2017. É atualmente Professora da disciplina de Gestão Estratégica da Inovação e Teoria da Inovação e Competitividade para o curso de Administração no Centro Universitário da FEI - Unidade São Bernardo do Campo. Participa ativamente de eventos de Empreendedorismo, criatividade, inovação e startups como: Avaliadora na Bootcamp Final e Demoday do InovAtiva Brasil ; Palestrante na Oficina de criatividade e inovação do FEI Portas Abertas ; Avaliadora no Pitch Fight do Centro Universitário FEI ; Participação da organização do Congresso de Inovação no Centro Universitário FEI; Avaliadora de projetos no evento Inova FEI; Jurada no Startup Weekend edição ABC. Atualmente conduz pesquisas de iniciação científica com alunos do Centro Universitário FEI, com bolsa Pipex, nos seguintes temas: Startup Enxuta, Empresas do Cubo, Análise de ativos intangíveis, Startups abertas, Wenovate, Aceleradoras e Incubadoras de startups.
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